quarta-feira, 8 de outubro de 2014

WORTHLESS - Entrevista


1 - Sei que vocês estão gravando um novo registro. O que pode falar sobre o mesmo. Quantas músicas terão, quais os temas que serão abordados nas letras e como tá sendo esse processo de gravação?
VITOR: Esse novo registro marca um período de transição na banda, mudamos de formação recentemente e novas influencias estão sendo incorporadas (somada as antigas obviamente). Tudo ainda está tomando forma mas estamos gostando do resultado, as letras falam sobre decepções, sobre a negatividade que nos cerca e como lidamos com isso (ou não). O processo de gravação é o mesmo dos outros materiais, gravação caseira na nossa sala de ensaio. A unica diferença foi alguns equipamentos que conseguimos emprestados e pouco mais de percepção auditiva (risos).

2 - Quanto a essa transição sonora. Como você pode definir isso, o que as pessoas que gostam do WORTHLESS podem esperar de novo? 
VITOR: Acho que  não chega a ser uma "transição sonora",  e sim pessoal da banda como um todo, um amadurecimento conjunto mesmo que em tão pouco tempo tocando juntos nossa convivência é intensa.Sobre o que esperar de novo? Olha não sei, a gente tem se empenhado em tocar melhor (nem tanto) e alguma influência de crust e black metal mais old school  no som,talvez não fique evidente mas é o que tenho escutado mais na hora de escrever algo.

3 - A cena power violence fora do Brasil parece que tá passando por um momento muito forte, com bandas boas e muita gente envolvida. Embora isso também acabe em muita mesmice. Como tá essa mesma cena aqui no Brasil?
VITOR: Então, a real é que eu sempre detestei esse termo "cena" e todas as coisas ruins que ele envolve. Mas sim, tem muita banda boa surgindo das gringas tenho posso citar Cave State, Bridge e Sea of Shit. Das nacionais Catarro, Elasticdeath, Sem Recesso, Kapitalistik Dëth e God Demise.

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